Número de projetos de MDL no Brasil tem queda de 50% em 2009
Levantamento realizado pela ABEMC mostra que o Brasil caminhou para trás em 2009 no que se refere à aprovação de projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) junto ao Conselho Executivo da ONU, com uma queda de 50% em relação a 2008 no número de projetos registrados. Em âmbito mundial, estimativas preliminares apontam que o valor de comercialização dos créditos diminuiu em 2009 para US$ 118 bilhões, em comparação a US$ 126 bilhões em 2008, mas o número de projetos registrados aumentou mais de 60% (de 367 para 610).
Levantamento realizado pela ABEMC mostra que o Brasil caminhou para trás em 2009 no que se refere à aprovação de projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) junto ao Conselho Executivo da ONU, com uma queda de 50% em relação a 2008 no número de projetos registrados. Em âmbito mundial, estimativas preliminares apontam que o valor de comercialização dos créditos diminuiu em 2009 para US$ 118 bilhões, em comparação a US$ 126 bilhões em 2008, mas o número de projetos registrados aumentou mais de 60% (de 367 para 610).
Brasil, desmatamento e créditos de carbono na COP-15
Flavio Gazani, presidente da ABEMC, lembra que o governo brasileiro, depois de resistir a incluir florestas nativas nas negociações do Protocolo de Quioto, mudou recentemente sua posição e deve defender esse mecanismo nas propostas para a COP-15. Nesse contexto, torna-se viável a aprovação de projetos de conservação florestal, conhecidos pela sigla em inglês REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação), um dos pontos vitais da negociação para o Brasil.
Flavio Gazani, presidente da ABEMC, lembra que o governo brasileiro, depois de resistir a incluir florestas nativas nas negociações do Protocolo de Quioto, mudou recentemente sua posição e deve defender esse mecanismo nas propostas para a COP-15. Nesse contexto, torna-se viável a aprovação de projetos de conservação florestal, conhecidos pela sigla em inglês REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação), um dos pontos vitais da negociação para o Brasil. Setor público precisa assumir compromisso com a redução das emissões, diz ABEMC
A administração pública brasileira já deveria ter assumido uma postura mais pró-ativa na questão do aquecimento global, afirmou o presidente da ABEMC, Flávio Gazani. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse que mesmo os Estados Unidos, maior poluidor mundial, responsável por 25% das emissões globais, já começam a apresentar uma mudança de postura em relação ao tema.
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